sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Neuromarketing - Querem dominar nossa vontade


Meus caros irmãos... Hoje tomei conhecimento de uma atividade, deveras questinável: O Neuromarketing. Marqueteiros estão à mil... loucos de felicidade. Graças aos estudos desta nova área da ciência. Mas, o que é "Neuromarketing"?

"Neuromarketing é um campo novo do marketing que estuda a essência do comportamento do consumidor. É a união do marketing com a ciência e considerado uma chave para o entendimento da lógica de consumo, que visa entender os desejos, impulsos e motivações das pessoas. Pesquisadores utilizam tecnologias de Imagem por Ressonância Magnética funcional (IRMf) para medir a quantidade de sangue oxigenado no cérebro visando identificar com precisão as variações das suas atividades." (Wikipédia)

E você, e eu, enfim, todos nós, consumidores, nos perguntamos: Por que eles querem saber nossos reais desejos? Será que é para nos darem o que queremos, ou melhor, o que realmente necessitamos?

Meu primeiro contato com este assunto foi no Blog Gestão Gastronômica (http://www.gestaogastronomica.blogspot.com/) da consultora de Marketing Empresarial e Gastronômico, Shirley Santos. Segundo suas palavras (com todo respeito à ela, só que ela não citou suas fontes na matéria, logo, ela será a minha fonte), empresas como Coca-Cola, Ford, Daimler Chrysler, General Motors, Levi-Strauss, Delta Airlines e Kodak, estão investindo mais de US$ 300 milhões ao ano em pesquisas com o neuromarketing. A opinião da Shirley Santos se resume à: "Não se apavore, consumidor! O neuromarketing não vai entrar na cabeça dos consumidores e agir sobre ele automatizando os seus comportamentos. Isso é pura confusão. Os estudos que o neuromarketing proporciona fazem-se sobre voluntários em laboratório para afinar a linguagem publicitária, melhorar a embalagem e introduzir inovações que tornem o produto mais apetecível frente aos consumidores-alvos. A aplicação do neuromarketing como instrumento de pesquisa não é em si mesma condenável. Tal como acontece com outras atividades humanas a sua boa ou má utilização dependerá dos códigos de ética, valores e princípios que regem a vida de cada empresa. Mas em si mesmo o neuromarketing não invade a alma dos consumidores nem manipula os seus pensamentos, apenas concluo que será de grande relevância e até mesmo economia esta capacidade de seleção."; Ela não está sendo manipulada para chegar à essa conclusão, é o trabalho dela (consultora de Marketing Empresarial e Gastronômico). Finalizando sua matéria, há uma ameaça: "Acreditem. Querem - e vão - abrir o seu cérebro. Mas apenas para boas novas". Boas novas para quem?

O que empresas como a Coca-Cola querem realmente com o "Neuromarketing"? Manipular a sua auto-propaganda, torná-la mais eficiente no mercado (mercado=nós, meros consumidores). Fazer com que seu produto seja irresistivel para nós. Agora, será que eu, meu caro irmão, quero não conseguir resistir à um produto? Será que nós queremos ter um produto só porque os "marqueteiros" disseram que é bom?

Segundo o livro
"A lógica do consumo" (Autor: Martin Lindstrom Ed.: Nova Fronteira): "... é pela influência dos neurônios-espelho que metade dos fumantes adquiriram o hábito de fumar por causa dos cigarros nos filmes, assim como modelos magérrimas acabam provocando aumento assustador nos casos de anorexia!".

Para que queremos as propagandas? Você precisa que o mar faça uma belíssima "Neuropropaganda" para você ir à praia? E aquele belo passeio ao Parque do Ibirapuera, obviamente, teve de ser "Neuropropagandeado". Aliais, você teve que ser lembrado, via "propaganda", de almoçar...
O que eu quero dizer a vocês, meus irmãos, é que as coisas boas da vida, NÃO PRECISAM DE PROPAGANDA. Nós admiramos a beleza da Lua, sem nunca terem nos mandado fazer isso. O que precisa de propaganda (ou Neuromarketing) não é bom o bastante sozinho. Logo, precisa de subterfugios como Neuromarketing e mensagens subliminares para funcionar. Querem um exemplo? Há um na Wikipédia, na página sobre Neuromarketing: "Posteriormente com a divulgação de uma pesquisa científica no jornal acadêmico Neuron, da Baylor College of Medicine, em Houston, Texas, um estudo que consistia na experimentação dos refrigerantes Pepsi e Coca-Cola, ganhou repercussão. Os experimentadores envolvidos não sabiam qual era a marca a bebida que tomaram, e comprovou-se que as declarações verbais de preferência, identificação e respostas cerebrais não eram compatíveis.

Quando perguntados qual dos dois refrigerantes era melhor, metade respondeu Pepsi. Nesse caso, a ressonância detectou um estímulo na área do cérebro relacionada a recompensas. Já quando elas tinham conhecimento sobre a marca, esse número caiu para 25%, e áreas relativas ao poder cognitivo e à memória agora estavam sendo usadas. Isso indica que os consumidores estavam pensando na marca, em suas lembranças e impressões sobre ela. O resultado leva a crer que a preferência estava relacionada com a identificação da marca e não com o sabor."

Não quero entrar no mérito de qual é mais gostosa (ainda mais que eu, com certeza, já sofri com o marketing agressivo da Coca-Cola, e só de pensar nisso, acho que a Coca-Cola é melhor. Sei lá se é ou não na verdade.). Mas este studo nos demonstra o perigo de um "Marketing eficiente". Eficiente para quem? Qual é o bem que a Coca-Cola faz para mim e para a Humanidade? Se vocês, irmãos, buscarem por aí, vocês verão exatamente o contrário. Relatos da Coca-Cola desviando e poluindo rios, pessoas VICIADAS neste refrigerante. Isso é bom? Isto é algo bom? Ou é mais um filho malévolo do Marketing?

Se formos mais fundo e procurarmos saber das atitudes das empresas supracitadas, veremos que existem relatos de que elas participam da Agenda de Dominação Global. Participam do esquema da Nova Ordem Mundial. Querem um exemplo? A GM matou o Carro Elétrico, que acabaria com o monopólio do Petroleo.

Não se deixem dominar. Não cedam as propagandas... Se ELES dizem que é bom, PERGUNTEM, PORQUE? Questionem, leiam e estudem. Não aceitem "visões" mastigadas.


Fiquem na Paz de Deus

Alexandre Sampaio

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Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma, de todo teu entendimento e de todas as suas forças. Este é o primeiro mandamento. Marcos 12:30

O segundo é: Que vos ameis uns aos outros como eu (Jesus O Messias) vos amei. João 15:12